Empresária tem R$ 1 milhão bloqueado por suspeita de golpe com grãos em MT
A decisão é do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Assessoria TJMT A empresária Rhanna Barros Martins e empresas ligadas a ela tiveram cerca de R$ 1,47 milhÃ...
A decisão é do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Assessoria TJMT A empresária Rhanna Barros Martins e empresas ligadas a ela tiveram cerca de R$ 1,47 milhão em bens bloqueados pela Justiça, após uma decisão que aponta indÃcios de envolvimento em um suposto esquema de fraude financeira contra investidores, com promessas de lucros mensais de cerca de 11% com aplicações em commodities agrÃcolas, como milho e soja. Além da empresária, a decisão atinge a empresa Barros e Barros Consultoria J. R. B. de Sousa & Cia Ltda. e outros investigados apontados como participantes do suposto esquema. 📱 Baixe o app do g1 para ver notÃcias de MT em tempo real e de graça O g1 entrou em contato com a empresária citada no processo, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem, e tenta localizar a defesa das outras empresas citadas. A decisão, proferida no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi assinada pela juÃza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, na última sexta-feira (13), e inclui bloqueio de ativos financeiros e restrição sobre veÃculos registrados em nome dos investigados. Por outro lado, foi negado o pedido de bloqueio de bens que estão em nome de terceiros ou que foram transferidos antes do ajuizamento da ação. Segundo o processo, os pagamentos feitos no inÃcio foram interrompidos, e os responsáveis passaram a apresentar justificativas consideradas inconsistentes. A decisão também cita outros processos contra os envolvidos e uma investigação policial por estelionato e crimes contra a economia popular. Veja os vÃdeos que estão em alta no g1 De acordo com a ação, o autor da ação afirma que investiu mais de R$ 1,6 milhão após confiar nas garantias apresentadas pelos envolvidos. Parte dos valores, cerca de R$ 1,47 milhão, foi comprovada por meio de transferências bancárias. Segundo o relato, os pagamentos prometidos chegaram a ser realizados no inÃcio, mas foram interrompidos posteriormente. Após isso, os investigados passaram a apresentar justificativas consideradas inconsistentes, citando dificuldades logÃsticas e entraves contratuais. A Justiça entendeu que há indÃcios de que o modelo de investimento possa configurar uma pirâmide financeira. A decisão também destaca a existência de outros processos contra os envolvidos, além de uma investigação em andamento por suspeita de estelionato e crimes contra a economia popular. O caso segue em tramitação, e uma audiência de conciliação foi designada para tentar um acordo entre as partes.